Famíla, o alicerce de uma sociedade justa e ética.
(Em pé, da esquerda para a direita: minha nora Natália, meus filhos Rafael, Leonardo e Vanessa, minha neta Gabriela e meu genro Diogo. Sentados: minha esposa Marcia, eu e minha mãe Cladyr, mais conhecida como Dona Didi)

Algumas pessoas se surpreendem e se admiram quando digo que sou político.
- “Você é político? Mas não tem cara”. Comentam.
A imagem dos políticos, infelizmente, está bastante desvalorizada e comprometida devido aos maus exemplos que a maioria deles têm dado à nossa sociedade.
Políticos não têm cara, assim como ladrões, seqüestradores, traficantes, médicos, engenheiros e professores também não têm. O que os difere é o caráter, a moral e a ética.
Assim como existem bons e maus profissionais, também existem bons e maus políticos, embora aqueles façam parte de uma grande minoria.
Existem pessoas que até acham que os bons políticos fazem parte de uma classe já extinta há muitos e muitos anos.
Sou político sim, e não me envergonho disso. Sou político em toda a minha essência, desde a mais tenra idade. Desde muito novo, criança ainda, aprendi a defender os direitos dos meus colegas de escola. As minhas atitudes pueris e escolares foram meus primeiros passos na política.
Acredito na política séria, pura, que se coloca a serviço da justiça e do bem-estar social de todos sem quaisquer distinções. Acredito no bom político, e não abro mão de ser um deles. Já dei provas disso a quem me conhece. Acredito que a política está no interior de todo humano, mas só a alguns foi dado o dom de exercê-la.
Sim, eu sou político, embora não tenha a imagem, o comportamento e o caráter dos políticos que estamos acostumados a ver estampando as manchetes dos jornais.
Sou político para servir, para representar o povo, para ser o seu porta-voz. Mas, antes de tudo, sou humano, sou cidadão, sou povo como a mais simples das pessoas.
(Professor Eliezer)